sexta-feira, 16 de junho de 2017

Morre a ex-governadora Wilma de Faria.

Fonte:thaisagalvao.
Morreu às 23h40 a ex-deputada federal, ex-prefeita de Natal, ex-governadora do Rio Grande do Norte, ex-vice-prefeita da capital e atual vereadora, Wilma de Faria.

Aos 72 anos, Wilma perde a batalha para o câncer que mudou o rumo de sua história há dois anos.

Deixa 4 filhos: a deputada estadual Márcia Maia, Ana Cristina, Cíntia e Lauro.

E 13 netos.

Wilma estava bem em casa até o final de semana passado.

Na sexta-feira, dentro das limitações do seu quadro de saúde, conversou com os netos sobre o Brasil, a economia, a política, sempre muito lúcida.

Mas no sábado à noite voltou para o hospital.

Morreu nesta madrugada em um apartamento do São Lucas transformado em UTI.

Mais matérias sobre nossa guerreira: meus sentimentos a toda família.

Corpo de Wilma de Faria será velado no Palácio da Cultura.

O corpo da ex-governadora Wilma de Faria será velado no Palácio da Cultura, na Praça 7 de Setembro.

As cerimônias de despedida estão sob os cuidados das equipes de Cerimonial do Governo do Estado e da Câmara Municipal.

O sepultamento será no Cemitério Morada da Paz, em Emaús.

Os horários de todas as cerimônias ainda serão anunciados.

Filhos e fieis escudeiros de Wilma acompanharam seus últimos segundos de vida no hospital.

A ex-governadora Wilma de Faria morreu às 23h40 no apartamento transformado em UTI no Hospital São Lucas.

Ela respirava com ajuda de aparelhos.

Estava ofegante e foi parando aos poucos.

Estavam no quarto com ela a deputada Márcia Maia e as filhas, Lauro Maia e a esposa, Ana Xavier, Cláudio Porpino e Vagner Araújo, esses últimos, eternos escudeiros da Guerreira.

Logo depois chegaram a filha Ana Cristina, o irmão Rui Faria e a amiga Graça Motta.

Wilma de Faria, por Cledivânia Pereira

Da jornalista Cledivânia Pereira, assessora de imprensa da governadora Wilma de Faria:

De todas as lutas que D. Wilma enfrentou, a maior, mais dura, constante e ininterrupta foi a travada por ser mulher.

Nessa, mesmo machucada, venceu todas as batalhas. Ela ousou – quando poucas ousavam – viver, amar e vencer!
Acompanhei alguns desses momentos mais de perto que a maioria dos que a conheceram. E sou grata por esse privilégio!
Segunda-feira passada tivemos nosso último encontro.

Infelizmente eu não fui para ela o que ela foi para mim: a imagem do renascimento.
Naquele mesmo hospital, há cinco anos, quando eu abri meus olhos após uma cirurgia delicada, foi o rosto dela que eu vi ao lado de minha cama e tive certeza, naquele momento, que Deus me dava uma segunda chance de viver!
Segunda-feira, quando estive no hospital, disse a ela que queria ficar visitando com frequência. E ela me respondeu: “Será um grande prazer. Você mora em meu coração”.

Não tivemos tempo para um outro encontro.
Mas a vida já tinha nos dado tempo para desenvolver os mais nobres dos sentimentos: respeito, admiração, bem-querer.
Vá em paz, D. Wilma.

E obrigada por abrir caminhos!

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